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Pesca industrial da tainha terá apenas 11 barcos catarinenses

Pesca industrial da tainha terá apenas 11 barcos catarinenses

Apenas 11, dos 102 barcos catarinenses da frota industrial de cerco, foram sorteados pelo Ministério da Agricultura para receberem licenças para a pesca comercial da tainha, que começa no dia 1º de junho. Entre eles, apenas cinco barcos associados ao Sindicato dos Armadores e da Indústria da Pesca de Itajaí e Região (Sindipi), que responde pelo maior polo pesqueiro do país.

A estimativa é que 700 pescadores catarinenses sejam atingidos pelo modelo de concessão de licenças e fiquem sem trabalho. À RBS TV, o Ministério da Agricultura recomendou que eles atuem em outras modalidades de pesca.

A informação sobre o número de barcos foi atualizada nesta sexta, após a publicação do resultado do sorteio em Diário Oficial da União. Até quinta-feira, acreditava-se que o número era ainda menor. É possível, no entanto, que atuação em Santa Catarina seja reduzida, já que alguns barcos estão registrados no Estado mas não operam aqui.

Embora a previsão fosse de 32 embarcações sorteadas para todo o Sul e Sudeste, a escolha terminou em 18. O motivo foi uma ¿regra-surpresa¿, que passou a vigorar este ano, e que limita não apenas a quantidade de barcos, mas também a capacidade. Assim, foram priorizados barcos de menor porte, e o sorteio terminou no momento em que a capacidade máxima foi atingida.

Os armadores estão revoltados e prometem recorrer à Justiça. O sorteio, e o limite de capacidade, não integram o plano de gestão da tainha, que propõe redução do esforço de pesca ano a ano e já é considerado bastante rígido pelo setor.

Fonte: DC

radiofloripa

maio 27th, 2017

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